Sigamos leves,
pois a brisa do encontro
se encontra aonde a curva
faz o encanto.
Sigamos breves,
pois a urgência do mundo
é saber o sabor da sabedoria
de não ser.
Tudo que é cheio tem o seu limite.
O vazio é maior e eterno.
Sendo assim,
ser leve é não ser explicação.
Por isso penetre no âmago
e bem fundo
retire a pureza
retida na infância.
O tom da força é determinado
pela vibração do pleno;
depois da curva,
todo mar é infinito.
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