Tolamente agia com braços fracos e atos falhos,
mas persistia.
Pensava que algo viria em breve,
seria a salvação daquilo que nada havia de pronto.
A poesia dos poetas que sofrem é mais doce;
coisa de quem leva a Dor no nome.
Em lugar de todo o pensamento, haviam duas maneiras
de ressurgir, ávido e doloroso, como quem nunca chora
em público.
Secretamente tornou-se moça,
chamando de nu tudo aquilo que estava nu,
amando o pranto de tudo que se tornou segredo.
Estendo-lhe o pão, como quem tem urgência de fome alheia.
A qualidade dos acontecimentos sorri, com o fim alcançado,
achando-se inferior àquela certeza formada dentro de si.
O que há no céu, além de nenhuma ajuda?
Mesmo adormecido, há perigo no entorno.
Ele não tinha história; minha história. Sabia magnificar sentidos.
E se alguma noite viesse, sabia contar, mesmo que ninguém entendesse.
Respirava apenas uma certeza:
acima da liberdade, as imagens de uma criação denunciada
de quem não pode modificar o que se vê nos espelhos.
Tem sonho de transformar o mundo com aquilo que mais ama e sabe fazer? Aliar trabalho com paixão e impacto social?
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